Inhotim — ARTISTEGrenoble, 2023Sylvain SABARD — Road to Brésil

Inhotim

🇫🇷 (versão brasileira abaixo)

Enfin le voila l’article sur Inhotim. Ă€ une 60 aines de km de BH, le plus grand musĂ©e Ă  ciel ouvert du monde. De nombreuse galerie, dans une immense parc horticole. 

À peine entré dans le parc, nous nous rendons dans la première série de galeries. Dans la première salle, une expérience sonore, 40 haut-parleurs, chacun une voix pour une écoute complète au centre et une écoute différenciée en faisant le tour. Dans la seconde, un court-métrage et toutes les infos de sa conception, avec les story-boards et autres photos de plateaux. 

Entre ces deux salles, à l’abri, 3 belles coccinelles, avec chacune un message sur le pare-brise. Je vous laisse dire en commentaire quelle est la particularité de ces messages (oui même si tu n’es pas lusophone, tu peux trouver). 

2ᵉ galerie, 3 salles et bien 3 ambiances. La première, le sol est recouvert d’une maille de fer, les reliefs étant fait uniquement par des balles et ballons de sports. Dans la deuxième, tout est rouge. Les meubles, les photos, les boissons, la nourriture, les habits et même le liquide sortant du robinet. Dans la 3ᵉ, nous allons marcher sur du verre, s’approcher d’une énorme boule en sac plastique protégée par ses barbelés. 

On avait initialement plusieurs choix de visite pour cette journée, si j’ai choisi Inhotim, c’est uniquement, car c’est un lieu que j’avais pu voir dans la série « 3 % » disponible sur Netflix. Nous ne pouvons que vous la recommander. Et le bâtiment que l’on voit le plus est la galerie qui suit. 2 miroirs d’eau à l’entrée. Un mur d’organe à l’intérieur au rdc, à l’étage de grands carreaux peint. 

Il est temps de prendre un peu de hauteur dans le parc pour aller au kalĂ©idoscope gĂ©ant permettant de voir le paysage dans un Ă©norme tube de miroir. Mais finalement, vous avez le meilleur. Ça marche bien en photo, mais pas trop quand c’est votre tĂŞte que vous avez directement dedans… Quelques mètres plus loin, non sans passer devant la piscine qui Ă©tait en nettoyage malheureusement, nous sommes allĂ©s planter des fleurs dans des pots Ă  nos initiales. 

Un peu de repos dans cet article, et dans la balade sur les fauteuils et banc disproportionné à même des troncs. 

Un passage rapide dans une galerie rempli de tableau vert sans trop comprendre, et dans une serre faisant pousser des palmiers. Une nouvelle salle ou un village est reproduit en bougie, à côté d’un figuier en fleurs.

À quelques mètres, une installation métallique qu’il faut voir avec du recul et de l’intérieur. Puis direction un bâtiment par lequel nous arrivons par le dessus sur un toit végétalisé. À l’intérieur des salles participatives autour d’images dont la coco est le point commun. Au programme, explosion de ballons, sieste en hamac ou matelas et jeux en mousse. Il y a bien une piscine également, mais fermé lors de notre passage.

En sortant, nous tombons sur une structure faisant penser à des jeux pour enfants, mais c’est bien une installation artistique encore en construction. Puis au détour d’un chemin, nous tombons sur un « labyrinthe ». Un cube en béton très végétal, à la première porte notre sentiment était que c’était bien nul car pas un vrai labyrinthe, aucune possibilité d’avancée, mais sur les 3 autres portes sur les côtés, nous avancions toujours un peu plus, pour une dernière porte où même si l’avancée était faible, le ressenti était bien chouette.

Après une pause repas, direction un lac et ses deux barques représentant un « tête-à-tête » et dans une salle à côté une installation très maritime dans des jeux de lumières à travers le verre et le liquide. Une salle de béton grillagé qui n’avait d’intérêt que sa climatisation dans un après midi qui commençait à être bien chaud. Et direction des expositions photos : des nues pour la première, un reportage sur l’Amazonie pour la deuxième.

 Le temps de rentrer était venue, en passant à côté d’une autre installation coloré et de yogi se perdant la tête dans le sable ou bien ailleurs…

Jusque-là très peu de photos de la partie botanique, mais nous les mettons tous ici, des plantes dans tous les sens, des arbres démesurés quand ceux-ci n’utilise pas des camarades pour s’élever, des champs d’orchidées remontant sur les arbres, des bananes, des bambous, lézard, des nénuphars sur les différents lacs, et autres plantes un régal à chaque instant.

🇧🇷

Segundo o site oficial, o « Instituto Inhotim Ă© um museu de arte contemporânea e Jardim Botânico Â», mas ele Ă© mais que isso. Com seu paisagismo exuberante que nĂŁo perde em nada para nenhuma obra de arte e com suas galerias modernas, criativas e interativas, Inhotim Ă© um lugar que quem nunca foi sonha em ir e quem já foi quer voltar. Porque Ă© impossĂ­vel conhecer tudo e porque existem exposições permanentes e outras temporárias. EntĂŁo sempre Ă© possĂ­vel ser surpreendido nesse lugar esplĂŞndido.

Foi a minha terceira visita. Algumas galerias eu nunca fui, outras sĂŁo passagem obrigatĂłria. A minha preferida, sem sombra  de dĂşvidas, Ă© uma obra de Janet Cardiff que fica na galeria praça, bem prĂłxima da entrada. Uma instalação sonora de 40 canais que arrepia atĂ© o Ăşltimo fio de cabelo. Eu poderia ficar o dia todo nessa sala, mas 140 hectares (ou o que conseguirmos percorrer deles) nos esperam. 

Os prĂłximos parágrafos sĂŁo a tradução do artigo do Sylvain. 

Assim que entramos no parque, fomos para a primeira sĂ©rie de galerias. Na primeira sala, uma experiĂŞncia sonora, 40 alto-falantes, cada um com uma voz, para uma escuta completa no centro e uma escuta diferenciada ao redor. Na segunda sala, um pequeno filme e todas as informações sobre sua concepção, com o story board e outras fotos do cenário. 

Entre estas duas salas, 3 belos fuscas, cada um com uma mensagem no pára-brisa. Deixo vocĂŞ dizer nos comentários qual Ă© a particularidade destas mensagens. 

2ÂŞ galeria, 3 salas e 3 atmosferas. Na primeira, o piso Ă© coberto com uma malha de ferro, sendo os relevos feitos somente por bolas de esporte. Na segunda, tudo Ă© vermelho. Os mĂłveis, os quadros, as bebidas, a comida, as roupas e atĂ© mesmo o lĂ­quido que sai da torneira. Na terceira, caminhamos sobre vidro aproximando-nos de uma enorme bola de saco plástico protegida por seu arame farpado. 

Inicialmente tivemos várias opções de visita para este dia, se eu escolhi Inhotim, Ă© apenas porque Ă© um lugar que eu tinha visto na sĂ©rie « 3% » disponĂ­vel na Netflix. SĂł podemos recomendá-lo a vocĂŞ. E o edifĂ­cio que vocĂŞ mais vĂŞ Ă© a galeria que se segue. 2 espelhos d’água na entrada. Uma parede de ĂłrgĂŁo no interior, no tĂ©rreo, no primeiro andar, grandes azulejos pintados. 

É hora de ir atĂ© o caleidoscĂłpio gigante, onde vocĂŞ pode ver a paisagem em um enorme tubo espelhado. Funciona melhor para fotos do que para ver pessoalmente. Alguns metros mais adiante, nĂŁo sem passar pela piscina que infelizmente estava sendo limpa, fomos plantar algumas flores em vasos com nossas iniciais. 

Um pouco de descanso neste artigo, e na caminhada nas poltronas e bancos desproporcionais no tronco. 

Uma passagem rápida em uma galeria cheia de pinturas verdes sem realmente entender, e em uma estufa de palmeiras. Uma nova sala onde uma vila é reproduzida à luz de velas, ao lado de uma figueira em flor.

A poucos metros de distância, uma instalação metálica que deve ser vista de dentro. Depois nos dirigimos a um prédio pelo qual chegamos em cima de um telhado com vegetação. Trata-se da galeria do Oiticica. No interior, há salas interativas em torno de imagens nas quais a cocaína é o ponto comum. O programa inclui uma explosão de balões, cochilos em redes ou colchões e jogos de espuma. Há também uma piscina, mas ela estava fechada quando visitamos.

Na saĂ­da, encontramos uma estrutura que parecia um parque infantil, mas era uma instalação de arte ainda em construção. Depois, na curva da estrada, nos deparamos com um « labirinto ». Um cubo de concreto com muita vegetação, na primeira porta nossa sensação era de que nĂŁo era um verdadeiro labirinto, nenhuma possibilidade de avançar, mas nas 3 outras portas dos lados estávamos sempre avançando um pouco mais, para uma Ăşltima porta onde, mesmo que o progresso fosse fraco, a sensação era muito boa – nunca desistir diante do primeiro fracasso.

Após uma pausa para o almoço, nos dirigimos para um lago e seus dois barcos representando dois namorados e em uma sala próxima a ele uma instalação muito marítima na qual as luzes tocavam através do vidro e do líquido. Uma sala de concreto com uma grade que só era interessante por causa de seu ar condicionado em uma tarde que estava começando a ficar muito quente. E depois seguimos para as exposições fotográficas: a primeira de nus, a segunda de uma reportagem sobre a Amazônia.

Era hora de voltar, passando por outra instalação colorida e os iogues perdendo a cabeça na areia ou em outro lugar… AtĂ© agora muito poucas fotos da parte botânica, mas nĂłs as colocamos todas aqui, plantas em todas as direções, árvores enormes, campos de orquĂ­deas subindo pelas árvores, bananas, bambus, lagartos, lĂ­rios de água nos diferentes lagos, e outras plantas um deleite a cada momento.

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Un commentaire

  1. Je viens de voir que vous aviez mis un article……. Perso j’aurai adorĂ© la partie botanique. Que c’est beau
    Merci pour tout ce comté rendu. Quels beaux souvenirs pour vous

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